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O Povo Português mais uma vez de parabéns após comportamento ordeiro e cívico no acto eleitoral
27-09-2009 23:17:58
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O Povo Português mais uma vez de parabéns após comportamento elevado, ordeiro e cívico no acto eleitoral. Em cada eleição saem reforçados, o bem essencial que é a democracia e o valor cimeiro que é a liberdade, fazendo renovar as esperanças de todos num futuro melhor. Viva a Democracia! Viva a Liberdade! Viva Portugal! |
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Eleições legislativas em 27 de Setembro de 2009
24-09-2009 23:25:47
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ASLIBER - Comunicado 5/2009 de 24/09 Eleições legislativas em 27 de Setembro de 2009 Faltará na política portuguesa e nesta campanha eleitoral, algum conteúdo útil aos discursos dos seus intervenientes, mais preocupados em fabricarem casos atrás de casos, de forma artificial, tanto do lado da governação como do lado da oposição, para com isso esconderem a incapacidade política revelada nos últimos anos, que não lhes permitiu contribuírem positivamente para a melhoria das condições de vida da população. Como se já não bastasse a dupla negativa Governação-Oposição, já há bastante tempo que por acção ou omissão se foi consolidando a tripla negativa, Governação-Oposição-Presidência da República. Para um país tão pequeno, com problemas estruturais antigos tão grandes, esta trilogia conjuntural negativa será uma dose demasiado elevada e Portugal não merecia tanto de uma só vez. No século passado, após décadas de ditadura autoritária, cheia de episódios totalitários como o criminoso assassinato de Humberto Delgado e depois de se ter passado por tanto sofrimento com a guerra e o terrorismo em África, cuja responsabilidade é imputável à própria ditadura existente em Portugal bem como aos interesses da época, subterrâneos e inconfessados dos EUA, da URSS, da China e de alguns portugueses com eles alinhados, este nosso Portugal já merecia nestas últimas três décadas uma inversão mais positiva do seu percurso em relação ao seu passado próximo tão negativo. Mas nada disso, as melhorias existem mas ficam aquém do possível e pela amostra que nos é dada por esta campanha eleitoral e pela generalidade dos seus intervenientes, a composição da Assembleia da República que irá sair do próximo acto eleitoral em 27 de Setembro de 2009, irá manter o mesmo rumo que o país tem percorrido nas três últimas décadas, pouco desenvolvimento, pouca justiça social, pouca segurança interna e até haverá vozes no Parlamento de alguns políticos provavelmente alienados da realidade, que querem Portugal fora da NATO, como se neste mundo cada vez mais inseguro, fizesse algum sentido Portugal em termos de defesa externa, ficar sozinho, entregue à sua sorte. Continuarão a não serem atribuídas as merecidas indemnizações aos portugueses abusivamente privados dos seus bens em África. Continuarão infelizmente a existirem crianças e adolescentes criminosamente utilizadas na prostituição ou vítimas de crimes sexuais, sem qualquer mobilização ilimitada do Estado que as salve dessa ignomínia. Continuará a haver um Sistema Nacional de Saúde obsoleto onde só se aplica a dita medicina convencional, quando a verdadeira medicina, aquela que levará saúde e bem-estar não poderá ser apenas à base de fármacos e químicos, terá que ser uma medicina mista, a junção da convencional com a tradicional. Continuará a não haver descentralização e regionalização distrital que permita à população do distrito escolher o seu Governador Civil o que lhe conferia mais legitimidade democrática do que ser um cargo de nomeação governativa. Continuarão a surgir apenas pequenos casos de corrupção a nível das autarquias, uma vez que a grande corrupção que possa existir a nível central, onde está a grande movimentação de verbas, as grandes obras que triplicam ou mais o orçamentado, o grande financiamento a países estrangeiros a título de empréstimos, mas cujas dívidas poucos anos depois são perdoadas, delapidando as finanças públicas nacionais, tudo isso continuará sem ser investigado ou não fossem os órgãos de investigação tutelados directa ou indirectamente, por quem momentaneamente detém o poder. Perante estas circunstâncias e tendo em conta que a ASLIBER ainda não se constituiu em partido político e embora não vislumbremos grande identificação com o actual rumo dos partidos existentes, tal não invalida que não devamos exercer o nosso dever cívico e comparecer às urnas no próximo dia 27 de Setembro, tanto para depositar um voto válido em qualquer um dos partidos democráticos, como também para validamente votar em branco, cada um fazendo a sua opção em consciência, em total liberdade. Com os melhores cumprimentos, 2009-09-24 Associação Social Liberal ASLIBER |
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Abril, 2009
Associação sem fins lucrativos - POR SI E POR TODOS